Cuidado com as palavras pronunciadas

Cuidado com as palavras pronunciadas em discussões e brigas, que revelem sentimentos e pensamentos que na realidade você não sente e não pensa… Pois minutos depois, quando a raiva passar, você delas não se lembrará mais… Porém, aquele a quem tais palavras foram dirigidas, jamais as esquecerá…

— Charles Chaplin

Talvez seja a hora de deixar tudo trancado. Trancado a 7 chaves, sabe? Se manter quieto e em silêncio dentro de “casa”. Se alguém bater à porta, o melhor será brechar pela janela sem perguntar quem é. A maioria das pessoas perderam os bons costumes, a boa educação, o bom senso, a autenticidade. Se antes, já não se abria a porta para qualquer um. Hoje, não se abre nem para qualquer um, muito menos para qualquer outro. 

— Diário de um sonhador

O pior é que eu fiz de tudo para isso não acontecer, mas aconteceu. Não gosto quando fazem bagunça dentro de mim. Quando tiram todas as coisas do lugar e jogam no chão, propositalmente, e batem a porta. Vão embora sem nem dizer se voltam mais tarde. Olha só! Novamente estou apanhando tudo do chão e limpando a bagunça. É nisso que dá deixar a porta destrancada. 

— Diário de um sonhador

Outra vez vieram me perguntar se eu tinha perdido a vontade de ser feliz. Eu acho até engraçado quando me perguntam essas coisas. As pessoas me vêem blindado do mal, da falta de consideração, do desrespeito, do desamor, e acham que eu perdi a vontade de amar, de ser feliz, e até de beijar. Entendam: beijar é ótimo! Eu adoro. Ser feliz, mais ainda! E amar? Amar é a melhor coisa do mundo. Já imaginou quando você acorda pela manhã e se sente amado por alguém, e a ama? É bom demais! Eu não perdi a vontade de nada disso, eu só aprendi a priorizar as coisas. A admirar quem me admira; a amar quem me ama; a querer quem me quer; Eu só não me permito mais ser enganado, traído e desamado. Mas a essência continua pura e cristalina. (risos)

— Diário de um sonhador 

Nunca havia me sentido tão aliviado antes. Foi duro, difícil e entristecedor. O fim estava se repetindo – sem surpresas – mais uma vez. Aquele adeus não foi como colocar as asas para fora e voar livremente, e sim como jogar as asas fora e pisar firmemente no chão. Essa foi minha libertação. “Estou vivo!!” – eu disse.

— Diário de um sonhador