Por vezes eu sinto teu cheiro,
Na sala , no quarto, cozinha, varanda, no meu travesseiro.
Não importa onde eu for, esse cheiro de flor
tem um ‘quê de faceiro, feito cangaceiro
me amarra, judia, me envolve…
Da canseira, e me peito varou.

O ioio, eu fiquei sem sal,
eu corri pro mar e morri na areia,
Provei o aço do embaraço da tua teia,
e pra te esquecer inda vou levar uma vida e meia.

— Flor – Edu Sereno

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