Talvez, eu nunca seja o esperado e inesperado. O Chover, quando se espera o Ensolarado, ou a própria Chuva, quando esperada. Pouco talvez, seja a falsa capa de algo bom e novo, que se apudera de um corpo e alma desgastado e descartável. Valores perdidos, que tentam ser resgatados e reciclados. Em vão, são. A literatura já não necessária a ser lida e absorvida. O conto já não acreditado. O bastar do ser previsível demais. Que a história fique marcada, mesmo assim. Que a trajetória seja sempre lembrada, mesmo assim. Pois, os esforços foram muitos para uma luta interior que já se dava por vencida. E venceu. A luta, sim, há de ser lembrada.  

– Diário de um sonhador 

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