– E o que você diria se o encontrasse novamente? 
– Nada. – eu disse. 
– Nada? Tipo, nada? Nada de N-A-D-A? – perguntou Andy, olhando para os lados e para cima, sem entender. 
– É. Nada de N-A-D-A. Nada de OI, nem de SAUDADES, nem de COMO VOCÊ FEZ FALTA. Eu só gostaria de abraçá-lo, de senti-lo, de cheirá-lo. Ouvir os batimentos dele. Sua respiração. Sentir seu perfume em suas próprias roupas. O conforto do seu corpo. Sabe? – respondi, cruzando os braços e colocando minhas mãos em meus ombros, como um abraço. – Quando as pessoas se vão, as que realmente amamos, sentimos mais falta das coisas que são feitas em silêncio. É quando a alma se comunica com a outra, conversam intimamente, e tudo fica guardado nas mais lindas lembranças. – completei.

— Diário de um sonhador / CELESTE

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