Às vezes, parece que o mundo vai desabar. Não o planeta em si, mas o meu mundo, a minha vida. Há momentos em que seguro nos meus frágeis alicerces, e penso: “meu Deus! Já tá desabando!” – mas não está. É que são tantas angústias, são tantos momentos difíceis, que eu nunca sei se é o tal desabamento, ou um simples terremoto. E quando me encho em lágrimas? Procuro enxugá-las o mais rápido possível, por medo de me afogar. E quanto mais enxugo, mais chove em mim, mais enchente me preenche, e mais uma dificuldade: nadar. Nadar até achar a luz dentro de mim. Sabe o fundo do poço? Quando você tá bem lá no fundo, olha para cima e vê aquele buraquinho de luz? Pois é. E pra nadar? E pra subir? Haja fôlego e força. Eu sei, parecem tristes palavras, mas há algo maior por trás, e a Fé é uma delas. O fato é que: eu nunca desisto, por mais fraco que esteja. Mesmo que eu fique só, que ninguém ouça o eco do meu pedido de socorro no fundo do poço, não desisto. Há uma vida a ser vivida, sonhos a serem realizados, e um alguém a ser amado. 

— Diário de um sonhador / p/ Lari

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