Semana passada, no domingo pra ser mais preciso, um colega me perguntou porque eu escrevia sobre amor e sentimentos, sendo que alguém havia “esmagado” meu coração e derrubado quaisquer expectativa de ser – estar – feliz. Expliquei que, sentimentos onde envolvem amor e vice-versa, não dependem de estar ao lado daquele alguém. A pessoa se foi, de uma maneira quase inexplicável, mas foi, e os sentimentos ficaram. Quer dizer, não posso deixar de elogiar a beleza da Lua por ser dia, nem de adorar o Sol por ser noite, sabe? É mais ou menos isso, só que com uma proporção maior. O amor está aqui como sempre esteve; o carinho, a vontade de abraçar e sentir o conforto que é ser abraçado; o sonho de ser feliz, em estado de espírito, definitivamente. Sem estar direcionado à alguém. São sentimentos livres. Todo mundo tem amor-livre dentro de si. Uma hora, alguém certo, no momento certo, domina esse sentimento. E em torno disso tudo está a minha vontade de escrever. Ou grito sobre o que estou sentindo, ou me sufoco no silêncio.

— Diário de um sonhador

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