Eu sempre quis um lugarzinho, um aconchego, uma ou duas crianças correndo pela casa, chamando pela mãe e dizendo que o outro quer pegá-lo. Aquele cheiro de família, barulho de “tem criança em casa”. Sábados e Domingos reservados, e uma pequena discussão sobre qual filme assistir, ou para onde ir. Às vezes, olho para essas famílias e me pergunto: quando será minha vez? E tem gente que ainda chama isso de bobagem.

— Diário de um sonhador

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