Sempre tive grandes problemas com despedidas. Algo em mim não aceita o terrível fim, o interrupto. Sinto o querer de viver o “para sempre”. Acho que vida a dois, até o fim dos dias, existe. É dura e difícil, mas sinto que existe. Apesar de que todos um dia resolvem ir, e o que pouco deixam, pouco aproveitamos. Sobra mais tristeza que qualquer outra coisa. E o que se pode fazer? Pressiono a mão no peito e sigo em frente. Deixo as lágrimas caírem no chão na esperança que nasçam flores por onde eu passar. Porque se nascer, colherei algumas para oferecer a quem tiver o mesmo problema com despedidas que eu. 

— Diário de um sonhador

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