“Deitei na cama e coloquei o travesseiro sobre meu rosto com os braços por cima. A respiração ficou mais difícil, abafada, quente. E só pude ouvir duas coisas: o silêncio do quarto, e as batidas do meu coração. O coração me fez sentir que estava vivo, ao mesmo tempo que o silêncio me fez sentir morto por alguns instantes. No silêncio é assim, por dentro a gente vive, e por fora morremos vagarosamente. Até que um barulho inesperado surja, que o despertador acorde, que a campainha soe, que o telefone toque.”

— Diário de um sonhador

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