Eu posso falar da saudade. Talvez, eu seja a mãe da saudade. Não no sentido gênero da coisa, mas por ter feito nascer dentro de mim. A saudade que sinto não é comum, e não está no dia-a-dia de ninguém. Sinto de um jeito que até calado é possível transparecer. Saudade que me faz pensar como se cada dia fosse o último da minha vida. Então, me encolho no cantinho e tento abraçar quem eu mais amo. “Fica comigo. Fica aqui. Só mais um pouquinho…” – sussurro.

— Diário de um sonhador

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2 comentários em “

    1. Sinceramente? Não existem. Quem vê as palavras bonitas que escrevo acha que sou “perfeito”. Mas as coisas são diferentes um pouco. Não sou tão bom, não sou muita coisa, sou só um alguém que erra um tico aqui, outro tico ali… (:
      Abração!

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